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Por José Renato Siqueira Jr

Sobre a Lei do Entusiasmo

A primeira explicação que ouvi sobre o significado da palavra “entusiasmo” – “estar pleno de Deus” me encantou. Pensei: “- Poxa, então deve ser por isso que alguém entusiasmado consegue, normalmente contagiar quem está perto!”


Lembrei também das vezes em que me senti entusiasmado com um projeto, uma ideia, uma causa, uma perspectiva. O que me aconteceu (por dentro) e o que aconteceu fora de mim, portanto, nas atitudes percebidas pelos outros e, em especial, nos resultados.



Eu me sentia como se estivesse num fluxo de energia que me levava a um estado de não cansaço, por mais horas que já estivesse a trabalhar, pesquisar, estudar ou conversar sobre o tema ao qual estava entregue.

O tempo pareceu parar e eu não senti o andar das horas.

As ideias chegaram fáceis, claras, factíveis, criativas, vivas.

E quando foi preciso comunica-las, as palavras também vieram assim, fluídas, conexas, convergentes, soltas, naturais, a ponto de, por vezes me perguntar :

“- Mas, de onde veio isso na minha cabeça e que acaba de sair da minha boca?

Até parece que é alguém falando por mim? Estarei eu numa espécie de transe?”



Esta sensação também acontece, muitas vezes quando escrevo.



Tomando emprestada a metáfora do carro e do avião que utilizei no texto anterior, quando conversamos sobre a lei da duração e da densidade, correlaciono o entusiasmo ao combustível que dá energia ao carro e ao avião para cumprirem cada um a sua missão.



Vamos ver se tem sentido enxergarmos o entusiasmo sendo o combustível para cumprirmos nossa missão, relendo os principais trechos colocados em sua lei.



“Agir continuamente movendo o fluxo das energias, tornando possível a manifestação de algo”.



Um dos exemplos colocados diz que a própria geração da vida de cada um de nós foi fruto de ações objetivas de um homem e uma mulher ao escolherem juntar suas células e realizarem um ato de amor.


Agir então pode ser qualificado como um potencial ato de amor é o que tento deduzir.


É claro que tudo depende do sentido da ação, mas vamos, por enquanto, aceitar este conceito.

Na parte final do texto há uma observação explícita de que uma pessoa possui liberdade de agir a partir de sua individualização, podendo ela, criar, co-criar e assim potencializar a vida que lhe foi presenteada. Cabe a cada ser a escolha de como, onde e para que (em que direção e com qual propósito) agir.

Considerando que somos, cada um, parte integrante da Fonte e relembrando o conceito de holograma (em cada parte a reprodução da essência do Todo), em tese não deveríamos estar sempre pensando, sentindo e agindo em perfeita sintonia e consonância com a Fonte que nos originou?

Voltando ao conceito do entusiasmo – “estar pleno de Deus’, isto parece relativamente fácil então, concorda comigo?

Se consigo estar plenamente preenchido pela energia divina, natural será agir coerentemente segundo suas leis e princípios!

Bem, sabemos que nem sempre conseguimos agir assim em boa parte das situações. A questão é por que? O que nos falta? O que nos causa tanta dificuldade?

Todos nós já vivemos uma ou algumas situações onde o nosso entusiasmo contagiou e provocou reações positivas e benefícios muito além do nosso esforço. Este é o efeito de Deus agindo por nós. Deus agindo em nós e através de nós.



E nos alegramos.



Por que ainda não entendemos totalmente esta lei?

Por que não a adotamos com a mesma naturalidade como respiramos?



Há uma pista no final da descrição da lei afirmando que entenderemos melhor isto quando nos aprofundarmos na próxima lei, a da essência.



Vamos então à ela, prontamente.



Juro que estou curioso e sedento para entender de forma clara e assim conseguir encontrar um jeito de tentar agir mais de acordo com estas leis que tão facilmente acolho e concordo quando as ouço, leio ou penso sobre elas.



Como ficou evidente que saber e não fazer é igual a não saber, quero logo aprender como mudar em mim o que ainda não consigo.



Que venha esta clareza pela lei da essência







Zé Renato

Roseli - (19/11/2015)

Por José Renato Siqueira Jr

SOBRE A LEI DA ESSÊNCIA

A existência de tudo é o que é.

Essencial é o que é maior e melhor, inclusivo e abrangente, adequado e útil, em relação às opções.

Maior e melhor; inclusivo e abrangente; adequado e útil – critérios para nos ajudar a entender o que é ou deve ser considerado como essencial, essência, vital, central, sumo, origem e fim, o mais importante, indispensável.

O que é ou deve ser levado em consideração sempre, porque na sua ausência, modifica de tal forma o resultado que o afeta vitalmente, despersonalizando-o ou inviabilizando-o.

Decidi ir colocando livremente meus pensamentos sobre tudo isso.

Bem, “maior e melhor” são atributos que exigem contraponto, no senso comum ao menos. Para classificar algo que seja maior ou melhor há que se perguntar sempre, em relação a que ou a quem isto é maior ou melhor?

Na visão sistêmica e integral, por maior que algo seja, sempre será menor que o sistema que a contém. Qual então é o limite? Aliás, será que a lei está nos apresentando exatamente este limite? Seria ele Deus, a Fonte, a origem e o fim de tudo, o Universo do universo e o último (e a partir de agora o único parâmetro a considerar) nesta avaliação?

Vamos seguindo o raciocínio…


A qualificação “melhor”, na minha visão, possui a mesma característica e seu limite permanece igualmente parametrizado na visão de Deus, da Fonte, da origem e do propósito maior de nosso existir e de nossa volta ao que nos criou e a tudo.

Seria isso?


Vamos então olhar para os termos “inclusivo e abrangente”, que da mesma forma, impõe algo que já ouvimos sobre a necessidade de que precisamos de todos incluídos, salvos, justificados, o que nos leva ao limite de, ou todos ou o projeto não se completará.


Porque abranger é abarcar, colocar e manter todos no mesmo e único barco. Nada nem ninguém solto, isolado, excluído.



Finalmente, “adequação e utilidade”.

Estes me parecem atributos de natureza mais pragmática que os anteriores, porém balizados por estes.

As decisões e ações devem estar adequadas a lei universal da inclusão, da abrangência e sempre a serviço do retorno à Fonte e com utilidade inequívoca a esta grande obra.


Se eu estiver errado peço que me corrijam, mas me parece que este conjunto de critérios fecha em definitivo qual é ou deve ser o “espírito” de cada comportamento, posicionamento pessoal e ações decorrentes de quem está a serviço da volta à Fonte. Ou intenciona estar.

Seria isto quase um ultimato?

Seria por isso a alusão de que o livre arbítrio estará se tornando dispensável em função da clareza sobre o que é essencial e esta definição bastaria para nortear as ações que nos levarão de volta ao Pai?



Confesso que não sei, mas como ainda faltam algumas leis a estudar e tentar compreender na prática, espero ganhar discernimento suficiente para ousar continuar escrevendo sobre elas.



Encerro este texto com a seguinte hipótese por enquanto:



Para decidir o que fazer diante de qualquer situação, PRECISO e DEVO analisar SEMPRE, qual atitude será ….



… A MELHOR e a MAIOR no sentido de sua contribuição ao BEM ….

…. que será também a que, na prática, mais conseguirá INCLUIR todos indiscriminadamente, nos benefícios gerados …

… e que, por isso mesmo, será a de maior UTILIDADE na evolução que nos levará mais perto do Pai Eterno e ainda, por consequência será de indiscutível ADERÊNCIA e SIMILARIDADE ao comportamento do próprio Cristo Vivo.



Que venham as próximas leis para nosso desafio de entende-las visando fortalecer a cada um no desafio maior de vive-las.



Zé Renato

Roseli - (19/11/2015)

Por José Renato


Sobre a lei da descrição

Reler e pensar sobre o que escrever, tomando por base a descrição da lei da descrição, foi interessante.

Descrever a descrição me pareceu desafiador, tanto quanto a primeira afirmação contida na lei, um

paradoxo: Tudo o que é descrito limita e confina OU liberta e expande.

Como assim, uma lei que pode ser tanto restritiva, limitadora e com alto potencial de confinamento,

quanto ser libertadora, capaz de expandir e de fazer crescer a consciência?

Procurei então exemplos que me fizessem relembrar na prática esta afirmação paradoxal: O que me

limitou mas que me fez crescer e o que me fez crescer que me limitou? Veja um exemplo de cada.

1) Um desemprego inesperado! Que situação mais limitadora, não é mesmo? Só que este fato, além de

poder fazer o sujeito repensar seu caminho profissional, o faz perceber comportamentos inadequados

e que não percebia! Resultado: Crescimento e expansão.

2) Uma empresa que crescia vertiginosamente por conta do atendimento personalizado aos seus

clientes e seus empregados passam a ter que atender, a cada dia mais e mais clientes, comprometendo

a qualidade que havia em função da personalização do atendimento. O que a fez crescer começa a

limitar e possivelmente faz iniciar um processo reverso, de confinamento e perdas.

Veja como tudo parece relativo e até ambíguo.

Este é, pelo que entendi, o centro da lei da descrição. Sua relatividade.

Outro aspecto que quero explorar desta lei é o que aprendi trabalhando um pouco com tema

comunicação.

Em treinamentos desta assunto é bastante comum se trabalhar o descrever uma situação ou objeto. A

tese é que assim se consegue um alinhamento de percepções.

Eu descrevo o que vejo, você descreve o que vê, nós identificamos as diferenças e ambos temos a

possibilidade de “ampliar” cada um a própria visão (do fato, do objeto, do problema, do contexto) ao

agregar a sua visão a percepção do outro.

Certa vez, para testar isso, apliquei o seguinte exercício em um grupo.

Pedi para as pessoas que estavam sentadas ao redor da mesa em uma sala de reuniões que

descrevessem a sala da forma a mais livre possível.

A seguir, solicitei que virassem a folha onde haviam escrito e mudassem de cadeira.

Já instalados na nova posição da sala, pedi que voltassem a descrever a sala na folha à sua frente.

Terminada esta ação, pedi que desvirassem a folha e comparassem as descrições.

Começamos então a conversar sobre a experiência a partir daí.

Veja o que de principal foi discutido e analisado pelo grupo:

 10 pessoas = 10 salas

 A visão muda, às vezes radicalmente, quando a “cadeira” onde se está sentado muda, porém,

mesmo quando se está sentado na mesma cadeira do outro, o que você vê e o que o outro vê

tem diferenças;

Como conclusão o grupo chegou a seguinte posição: É sim, possível unificar a descrição, mas só se nos

fixarmos no que é factual e objetivo (1 mesa de madeira, 10 cadeiras, 5 janelas com persianas ,

eliminando qualquer adjetivação, ou seja, julgamento e opinião ).

Só que para se alcançar este ganho é preciso que todos tragam à tona virtudes importantes:

 Humildade para entender que a própria visão é apenas a sua visão e não a realidade, a

verdade, “o lado certo de enxergar as coisas” e que a visão do outro é tão válida quanto a sua) e

Capacidade de ouvir a visão do outro.

Parece-me que o problema apontado está principalmente no fato ou tendência que temos em colocar

juízo de valor em nossa fala descritiva, e é isso que a transforma em fala julgadora.

Isto acontece quando o que descrevo classifico como grande ou pequeno, bom ou ruim, feio ou bonito.

Olhar os fatos, os ambientes, o tempo e o espaço sem formar nenhum tipo de ideia, porque será que nos

parece utopia, missão quase impossível?

Apenas observar, parece ser o caminho, reconhecidamente desafiador, mas é o caminho.

Parece a você impossível contar sem avaliar? Descrever fugindo da sua visão pessoal?

Como cuidar para que nossa descrição não traga limitação, nem a mim nem a ninguém, ao contrário,

provoque movimentos que nos levem a criar a realidade divina no planeta deve ser a meta.

Cuidar do que penso, do que falo, do que sinto é responsabilidade sem volta depois de saber que faço

parte sim, junto com você, da gênese do pensamento coletivo que transforma em realidade descrições,

independentemente de sua qualidade, limitadora ou de expansão.

Posso então escolher o que penso do que vejo e, portanto o que descrevo e comunico. E como o faço.

Devo sim, cuidar incessantemente, por isso, do que penso do que vejo e, do que crio ao descrever

porque será esta a minha contribuição para o inconsciente coletivo que me afetará e a todos ao meu

redor.

Roseli - (19/10/2015)


06/10/2015 por José Renato Siqueira Jr

Sobre a lei da Credibilidade e a lei da troca

Numa interpretação literal e rápida, ter credibilidade é ter crédito, o que equivale dizer, ser totalmente digno de confiança.
Todos sabemos como alguém digno de confiança salta aos olhos até do mais distraído de nós, não é mesmo?
Mas, como se conquista tal condição?
Pense no amigo em que você mais confia na vida. O melhor amigo da lista dos seus melhores amigos. A pessoa a quem você confiaria a chave de sua casa; com quem deixaria sua filha por dias, numa eventual emergência; a quem você já confidenciou seus mais íntimos pensamentos e ideias... Lembrou dele ou dela?
Agora relembre como se conheceram, que comportamentos e atitudes (suas e dela) levaram ambos a este grau de confiança um no outro? Como, tijolo a tijolo, esta credibilidade foi construída?
Fiz o exercício e cheguei a 2 comportamentos que considerei mais importantes:
• Integridade e Respeito
Integridade significa fazer conhecer os próprios valores, princípios e forma de pensar, não pelas palavras, mas sobretudo pelas atitudes. Agir de forma clara, espontânea e sincera. Desconhecer na relação o significado da palavra incoerência. Adotar como ditado que O combinado não sai caro e como hábito que compromisso assumido é compromisso cumprido. A isso tudo chamo integridade, inteireza, caráter.
Respeitar é ouvir e entender os pontos de vista do outro, mesmo nas discordâncias, e, incondicionalmente aceitar o seu jeito de ser. O respeito é uma das mais importantes bases do Amor, em qualquer uma de suas manifestações.
Decidi começar este texto trazendo esta semelhança da lei com o sentido mais popular do termo porque entendi que credibilidade significando ganhar, receber e aceitar o crédito pelo que se faz e recusar o crédito pelo que não se fez é puro uso de integridade e respeito a si, ao outro e ao objeto da troca.
A credibilidade é um fator necessariamente presente se queremos boas relações de troca, seja na compra ou venda de qualquer bem, no estabelecimento de contratos de trabalho como empregado, consultor, profissional liberal ou outro tipo de vínculo.
A credibilidade acontece quando há equilíbrio entre o que dou e o que recebo e esta avaliação vinda de um consenso natural entre as partes.
Cobro o que é considerado justo por você e por mim.
Pago o que eu e você consideramos justo.
E trocamos o que não podemos produzir ou por incompetência e inabilidade ou porque não conseguimos faze-lo, por falta do recurso tempo, por exemplo.
Especialmente no mundo moderno como produzir a própria roupa, o combustível que abastece o carro, a energia e o gás que iluminam e aquecem nossa casa?
Troca-se o que não se pode produzir, isto ficou bem claro, penso eu.
O que quero salientar porque para mim marcou sobremaneira, foi a questão do sermos conscientes dos nossos melhores talentos.
Os dons que Deus nos presentou, as habilidades em que fluímos, as atividades onde nosso rendimento é excepcional, valoroso no que agregam a alguém, seja este um cliente ou uma empresa, que é ou deveria ser nossa maior doação ao mundo. Nosso talento.
Ter clareza disso, nos dá a chance de propiciar a outros a oportunidade de exercerem seus dons nestes trabalhos que, conscientemente decido abdicar para ter tempo de trabalhar onde produzo melhor, onde sou mais vital e talentoso.
É fundamental relembrar também o amor como objeto de doação, nunca de troca. Amar, como o mais nobre sentimento e valor a ser buscado, é incondicional e por isso, independente de qualquer contrapartida é o que claramente determina sua lei.
Um outro ponto a mencionar vem de uma observação feita durante a palestra, por um dos participantes. Disse ele, mais ou menos o seguinte: “A energia que se entrega nas trocas as quais nos dispomos fazer, atrai, inevitavelmente, energias de mesma natureza, força e direção. Se entrego meu trabalho com amor, de maneira dedicada, competente, íntegra e confiável a um preço compatível e considerado justo por mim e por quem usufrui dos resultados dele, naturalmente irei atrair mais e mais trabalhos que me proporcionarão receber contrapartidas sempre equivalentes, muitas vezes de fontes diferentes, mas a prosperidade e a abundância estarão em fluxo....
Esta observação me fez lembrar de um trecho da parábola dos talentos que por um bom tempo me intrigou. Vamos a ele:
Porque a todo o que tem lhe será dado, e terá em abundância; e ao que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Matheus 25 – versículo 29.

Que ligação há entre esta mensagem e o principio da lei da troca?
Quem troca segundo as leis que estamos estudando, cresce em abundância, amplia e estende as margens de sua contribuição e resultados.
Quem conhece seus talentos, os faz reconhecer por quem precisa deles e os coloca a serviço das melhorias que são capazes de produzir, mais abundância constrói e a prosperidade em todos os campos acontece.
Ao contrário de quem retém, contém, retesa. De quem segura, economiza seus esforços e qualidades. A estes, o pouco que ainda lhe restar acabará se esvaindo, e sem precisar de crise alguma para explicar o fracasso.
Finalmente, foi lembrado o grande mistério da conta infalível do dízimo.
Quem também divide seu dinheiro com Deus, não importa a quantia e sim a intenção, faz seu dinheiro render de uma forma que nenhum matemático financeiro conseguiu explicar até hoje.
Há coisas que não existe explicação humana possível.
Esta é uma delas.
Quer testar este mistério?
Experimente, mas depois compartilhe o que viveu e o que sentiu, em especial com aqueles que eventualmente o criticaram por isso.
Por hoje é só, até a próxima.


Roseli - (13/10/2015)

29/09/2015 por José Renato Siqueira Jr

Sobre a Lei da Correspondência

Ouvir e ler sobre esta lei me fez lembrar uma frase constantemente citada - “Tudo está conectado “ . O que penso significar isto na prática?
Que inexiste:
• Ação sem consequência ou repercussão;
• Energia sem ressonância ou impacto;
• Pensamento ou sentimento que não retumbe, reverbere, influencie.
Que em tudo há correspondência, conexão, correlação, enxerguemos isso com maior ou menor clareza não há dúvida. Esta mensagem, aliás, já apresentada de certa forma pela lei do acaso, impossibilita voltarmos a acreditar em separações, até mesmo para questões tidas como objetivas como tempo e espaço.
Diante desta colocação, é importante rememorar o quanto de nada adianta nos fixarmos no passado, remoendo o que fizemos ou lamentando o que não fizemos. Da mesma forma, pouco resolve nos fixarmos no futuro, como fuga dos eventuais incômodos ou problemas que nos afligem hoje.
Estes ensinamentos nos fornecem uma maneira integrada de melhor viver o presente, operando o “milagre” de viajar ao passado.
Viagem para entender, aceitar e principalmente perdoar a si próprio, a tudo e á todos a quem ainda estamos ligados por mágoas, arrependimentos, culpas, ressentimentos.
Viagem para nos libertar daquelas cenas que, paradoxalmente muitas vezes rezamos diariamente para esquecer (mas que deixamos , vivas, apodrecidas e mal cheirosas em nosso coração) transformando o passado que transforma o presente pela correspondência que há em tudo.
Estes ensinamentos também nos dão o caminho para o “milagre” da cocriação, porque proporciona a chance de uma viagem ao futuro para criarmos os protótipos positivos do que almejamos viver, fazer, ser.
A correspondência ensina que ....
O que eu sinto modifica o que eu penso O que eu penso modifica o que eu sinto O que eu faço modifica o que penso
O que eu sinto modifica o que eu faço O que eu penso modifica o que eu faço O que eu faço modifica o que eu sinto
No presente, no passado e no futuro ....
É, pelo que entendi, um dos grandes benefícios diretos de viver em plenitude e na prática a lei da correspondência.
A consciência sobre esta capacidade de influenciar a própria vida e, sem parecer pretensioso, de ajudar (ou atrapalhar) tudo o que tocamos, todos com quem convivemos e qualquer ambiente por onde circulamos é fatal porque uma vez instalada fica impossível esquece-la.
Podemos até desconsiderá-la, mas esquece-la não conseguiremos mais porque consciência vira sinônimo de responsabilidade.
Tudo o que acontece, e seus efeitos, de uma forma ou outra chega ao protagonista da ação tanto quanto aos demais que, na visão objetiva podem ser considerados apenas vítimas de algum fato.
Uma pergunta que me veio ao pensar sobre tudo isso foi:
“Como entender na essência e em profundidade, esta lei e seus ensinamentos quando nos deparamos com fatos da magnitude da barbárie ocorrida no hospital dos Médicos Sem Fronteiras no Afeganistão semanas atrás; de uma doença que acomete, sem aparente causa e prévio aviso um ente amado ou de um desemprego inesperado, justamente na hora em que mais a sua vida financeira estava desajustada?”
Ao lembrar deles, vejo como é real a dificuldade de enxergar correspondência (e lições a aprender) em momentos que nos chocam ao nível dos acontecimentos citados, sem cair na resposta simplista, de que há sempre leis divinas por trás de tudo, e que mesmo não as compreendendo, nauseados, entristecidos e cheios de razões e argumentos, não adianta questionarmos Deus sobre o por que de tudo isso?
Este questionamento, de fato aconteceu e eu me permiti expô-lo, porque acredito que para aprender pra valer é necessário descobrir dentro de si as respostas e não apenas aceitar colocações dogmáticas, mesmo quando estes venham por canais confiáveis, como é o caso.
Penso que vale a pena a reflexão por acreditar que o verdadeiro aprendizado é aquele que vem “de dentro para fora”, fazendo valer o cerne do verbo descobrir (ou seja, “tirar a coberta”).
Por isso a proposta é desafiar você, Leitor, a tentar encontrar a sua resposta.
A minha está sendo ainda construída, mas posso adiantar que ela passa perto do que refleti e penso ter entendido sobre a lei da coragem, tema que exploro a seguir.

Sobre a lei da coragem
Para falar sobre esta lei vou contar uma história real que chegou ao meu conhecimento.
Num evento ao ar livre, uma palestra contando com algumas dezenas de ouvintes se iniciava em uma frágil tenda de pano sustentada por hastes de alumínio no alto de uma pequena colina.
Mal a palestra se iniciou, um inesperado temporal caiu sobre a região deixando todos apreensivos.
Logo, como esperado, as pessoas começaram a se agitar sem saberem ao certo o que fazer, algumas estavam prestes a se levantar e tentar sair dali, mesmo não sabendo se haveria um local mais seguro para onde correr quando o orador, sábia e calmamente orientou a todos para que continuassem sentados e apenas levantassem os pés para cima da própria cadeira de forma a enterra-lá ainda mais no chão.
Enfrentar a ventania e a enxurrada que se formava, lhe pareceu demasiado perigoso naquele momento, em especial pelo medo que sentiu estar acometendo a maioria dos presentes, deve ter avaliado o palestrante.
Sua voz calma e orientação firme foram capazes de gerar segurança aos presentes que o escutaram com atenção e seguiram suas instruções.
“−Vamos ficar em silencio, com os pés levantados, apenas isso. Se alguém quiser meditar, orar ou simplesmente se concentrar em manter seu equilíbrio na própria cadeira, o faça. Voltaremos a conversar assim que tudo isso passar.”
E assim ficaram as pessoas e em uma hora a tempestade cessou, a palestra foi retomada.
No encerramento da palestra o orador fez a seguinte observação:
“− Diante de algo maior do que podemos enfrentar, devemos nos aquietar e respeitar o evento, deixando que ele passe e só depois podemos agir sobre suas consequências.
A lei da coragem, ouvimos, exige apenas:
• Que eu avalie a situação e a mim próprio e aí sim decida pelo enfrentamento ou pela neutralização sem deixar que o medo se instale.
• Que eu decida por enfrentar a situação quando a avaliação das condições me mostrar que estou seguro e em boas condições para dar conta do desafio, seja ele uma entrevista, o vestibular, dirigir nesta estrada, negociar este assunto, dar esta aula, escrever este texto....
• Que eu opte por utilizar estratégias de autoproteção para minorar os efeitos e danos da situação em que não possuo segurança para desafiá-la. Respeitar a situação é bem diferente de se deixar amedrontar por ela.
A lei da coragem é manter a fé que se Deus está comigo e eu estou Nele, enfrentar ou neutralizar passa a ser quase indiferente porque Ele me iluminará para a melhor estratégia e me mostrará que o acontecimento sempre será para meu crescimento e aprendizado.
Uma situação é e será sempre uma situação. O que faz diferença é que significado dou a ela em meu processo de crescimento.
E qual a minha resposta pessoal a pergunta deixada ao final do texto sobre a lei da correspondência?
Que a chave da aceitação das situações que me atingem e não compreendo, exige a utilização da lei da coragem - ou seja, aceitar que o entendimento dos desígnios de Deus é diretamente dependente do grau de aproximação que tenho Dele e do seu amor. Quanto mais Ele está em mim e eu Nele, maior será a clareza do porque passei ou estou passando por este ou aquele desafio.
Quanto mais confio nisso, maior discernimento terei para agir como o palestrante, sabendo que horas enfrentar o temporal buscando abrigo melhor, que horas simplesmente levantar meus pés, fincar minha cadeira, elevar meu pensamento em orações e esperar, em silencio, a tempestade passar, a compreensão chegar dos porquês estou passando pelo que estou passando.
Depois é secar as roupas, limpar os sapatos e seguir caminhando.

Roseli - (13/10/2015)

Por José Renato Siqueira Jr

07/09/2015 - Sobre a mensagem a respeito da lei da COCRIAÇÃO

Dia 1º de Setembro último Mãe Joana nos enviou notícias importantes sobre o futuro próximo do nosso planeta e, portanto da humanidade e Mestre Hilarion, como de hábito, nos brindou com sábias ponderações a respeito do texto, relembrando o quanto é vital não encararmos informações deste teor como mera predição futurista aos moldes de um oráculo.
Esta sutil chamada que o Mestre nos dá nos faz refletir sobre para que serve um conhecimento, uma informação privilegiada sobre o futuro? Ou, para que deveria servir?
Saber antes, saber mais do que a maioria pode trazer armadilhas no caminho do crescimento espiritual, intelectual ou em qualquer outra área para qualquer um.
Talvez, a mais perigosa seja a de se achar especial ou pior, provocar o desejo de ganhar algo para si próprio, por conta do conhecimento disponibilizado.
Mas, como fugir deste risco?
A resposta que intuo é entender que se algo chega até mim como conhecimento, informação, recurso inesperado, é um presente divino e deve estar a serviço da ampliação da minha consciência.
Diria mais, saber antes o que provavelmente poderá acontecer amanhã deve nos fazer, mais e mais cuidar, incessante e zelosamente do nosso maior presente, a vida hoje.
Lembram-se da expressão Carpe Diem ou Size the Day, cuja tradução literal é “aproveitem o dia”, uma das belas mensagens do filme “Sociedade dos Poetas Mortos”?
Neste filme, um inspirado (e inspirador) professor estimula seus jovens alunos a ousarem criar livremente sua própria poesia. Mais do que isso, provoca algo maior ao fazer nascer neles um senso de propósito percebido como vital, algo relacionado ao valor da autenticidade e da liberdade em todo ato de criação e na própria vida.
Este senso comum os leva a questionar a estrutura e o modelo educacional do tradicional colégio onde estudavam e um ponto de ruptura e mudança começa a emergir.
Ou seja, além disso nos trazer um importante reforço de que a vida é hoje, nossa ação possível é no dia presente e não no amanhã, concretiza um exemplo da força transformadora que um pequeno grupo de indivíduos possui quando amalgamados por um propósito comum de valor.
Como este é um dos conceitos centrais da lei da co-criação, a citação do filme está explicada.
Na lei da co-criação existe a informação de que é necessária a geração de um senso de propósito em 144 indivíduos para que uma mudança aconteça.
Sei que preciso pensar mais, melhor ainda, ouvir muito mais o Mestre a respeito disso, mas o que consigo intuir é que a união verdadeira de um grupo de pessoas, em integração absoluta e comunhão inequívoca num PROPÓSITO de valor, gera total clareza do porquê e do para que tudo serve, para que existem todos e a serviço de que esta existência se justifica.
Acredito que tenha compreendido por que co-criar significa voltar a Origem, mas por favor, corrijam-me se distorço de alguma forma a verdade que este conceito enseja.
Ao nos sentirmos e agirmos como células de um único corpo, passamos a funcionar como UM, de fato e de direito, SOMOS UM.
A junção das energias, competências e diferenças individuais num todo que é maior do que as partes conectadas, exclui a possibilidade de se identificar (porque deixa de existir) o que é de um e o que é de outro, amalgamados e co-construtores de um todo MAIOR que são todos.
A ideia mais aproximada que consigo conceber é a de um holograma onde em cada parte é possível se ver as características do todo, mas se a parte se separa, deixa de existir e o todo não mais se concretiza.
É grande mesmo a complexidade deste conceito, por isso não ouso tentar ir além por hoje.
Aguardemos os próximos capítulos.

Até a próxima semana.
Zé Renato

Roseli - (16/09/2015)

Palavras deixadas por Mestra Rowena, Deusa do Amor e Liberdade,
Choran do 3º Raio Choran do 3º Raio Rosa da Grande Fraternidade Branca
Em 11/09/2015

O Amor entre Pais e Filhos

O Amor entre Pais e Filhos é uma ligação única, que tem um fluxo energético diferente de qualquer outra ligação.
Todo canal energético é mantido e alimentado pela Fonte.Porém, neste caso,esse canal só é alimentado pela Fonte quando se movimenta. Se não existir um movimento de ir e vir uma ligação amorosa ativa entre Pais e Filhos, a Fonte não intervêm. O que alimenta o Amor deste canal é o movimento de ir e vir.
Somente quando este Amor mantém este movimento é que ele é alimentado pela Fonte.
Ou, seja a Fonte aumenta o Amor que está em movimentação, quanto mais movimentação, maior o Amor.
Embora o Amor da Fonte seja sempre soberano ele não interfere nessa movimentação.
Este é um trabalho pessoal.
Amor entre Pais e Filhos envolve Aceitação. Perdão, Misericórdia, Liberdade e Sabedoria, são esses conceitos que fazem o Movimento de ir e vir dentro do canal energético, do Amor entre Pais e Filhos.
Desta forma este canal se torna um imã do Amor que vem da fonte, e se torna cada vez maior.
Mestra Rowena

Roseli - (14/09/2015)

Por José Renato


30/08/2015
Um pouco mais sobre as leis DO ACASO e DA MUDANÇA, já introduzindo as leis DO CAOS E DA ORDEM

Do que penso ter apreendido da palestra do último dia 25/8, escolhi os seguintes pontos para nossa reflexão da semana:

1) Aproveitando a colocação de que a lei da manifestação física é instaurada quando há desacordo com a lei da unidade, mas é anulada pela lei da gratidão, proponho pensarmos rapidamente sobre o que significa anular algo e o que devemos tomar cuidado sobre as consequências possíveis deste ato?
Anular significa eliminar, tornar nulo ou sem efeito.
Esta capacidade é valiosa quando o que se quer anular é algo que precisa ser estancado pelas dificuldades, prejuízos, sofrimentos gerados, a nós ou a alguém.
Anular será sempre excepcional quando representar progresso, expansão, justiça, redenção.
Mas, o que dizer quanto ao ato de anular, por exemplo, a cobrança de responsabilidade do autor de um mal feito por meio de estratégias empregadas por ótimos advogados? Parece desprezível, não é mesmo?
A conclusão que chego diante disso é que a ação de anular algo (um fato, uma consequência, um efeito, um resultado) será boa ou será péssima em função do propósito, da intenção, da motivação do seu autor.
Escreveu o filósofo Jean Paul Sartre que importa pouco o que acontece. O que faz diferença é o que fazemos com o que nos acontece. Ouso complementar: o que importa mesmo é com que propósito agimos sempre. E que aprendizados retiramos de tudo o que nos acontece e em tudo o que realizamos?

2) Também ouvi que mudança significa transformação, porém nem toda transformação resulta necessariamente em evolução. Que característica precisa ter uma transformação para poder ser classificada como evolutiva, afinal?
Quando aos seis ou sete anos de idade, percebi que havia aprendido a ler, pensei na minha ingenuidade à época – “Caramba, agora que sei ler, não vou nunca mais NÃO LER!”.
Quando há evolução fica impossível a involução. Desaprender de ler, não sentir depois de sentir, não pensar quando descobrimos o que é pensar, não ver depois que os olhos foram abertos são impossibilidades geradas pelo ato de se desenvolver em qualquer campo, intelectual, emocional, espiritual e físico. Quando aprendo a jogar futebol ou xadrez, não consigo mais não saber.
Talvez este ciclo explique, em parte, o medo que, consciente ou inconscientemente todos temos quando estamos diante de um novo aprendizado.


É provável que o medo de mudar aconteça porque no fundo, por experiência, já sabemos que se mudança implica aprender; aprender significa ampliar consciência; e maior consciência resulta inexoravelmente expansão de responsabilidade, ou seja, é caminho sem volta.
Mas, como humanos que somos, crianças que somos, ao menos por alguns momentos o medo pode nos cegar para a luz.
Mas, uma hora não há mais como lutar contra o processo evolutivo.
Mudar, aprender, expandir a consciência e assumir com amor, crescentes níveis de responsabilidade, logo percebemos, é mais que caminho sem volta, é caminho de volta! De volta à Fonte que nos originou.

3) E finalmente sobre CAOS e ORDEM o que entendi por enquanto?
Caos é quando tudo o que percebo não “bate” com a minha egocêntrica visão de ordem.
É quando minha percepção prova por todos os meus sentidos de que há “coisas” fora de lugar, que fatos acontecem que jamais poderiam ou deveriam acontecer, por isso, com toda razão teimo ter o direito de ousar discutir com Deus.
O fim desta visão acontece quando, na compreensão e na fé, passo a dizer no silencio de minha alma, sem quase perceber quando esta mudança vital aconteceu: “Pai, eu sei, eu sinto, tudo sempre esteve, está e sempre estará em absoluta ordem, simplesmente porque vem de Ti e és Tu que estás no comando”.
E o mágico é perceber (sem saber por que e isso nem importa) que esta consciência é despertada em geral em algum momento de desafio. Quando, como presente divino, consigo aceitar com fé acontecimentos que não compreendo e sem acreditar que fosse capaz, passo a viver a profética declaração de São Paulo – “Quando sou fraco é que sou forte porque é Deus que vive em mim.”

Há muito mais a refletir sobre este tema, mas fiquemos por aqui por enquanto, ok?
Até a próxima semana.
Zé Renato

Roseli - (03/09/2015)

DIA 26 E 27 DE SETEMBRO DE 2015 – CURSO DE MAGNIFIELD HEALING
INVESTIMENTO – R$ 360,00
LOCAL: RUA BENTO BARBOSA, 59 – Chácara Santto Antonio – SP
INCLUI: COFFE BREAK E ALMOÇO
DIA 26 DE SETEMBRO DE 2015 – CURSOS DE MESA CÓSMICA ESTELAR
INVESTIMENTO – R$ 600,00 (3X)
LOCAL: RUA BENTO BARBOSA, 59 – Chácara Santo Antonio – SP
INCLUI: APOSTILA,PÊNDULO, MESA CÓSMICA ESTELAR,COFFE BREAK E ALMOÇO
DIA 12 DE SETEMBRO DE 2015 – CURSO DE MESA QUÂNTICA
INVESTIMENTO – R$ 600,00 (3X)
LOCAL: RUA BENTO BARBOSA, 59 – Chácara Santo Antonio – SP
INCLUI: APOSTILA,PÊNDULO, MESA QUÂNTICA,COFFE BREAK E ALMOÇO

Roseli - (29/08/2015)


Zé Renato Siqueira Jr.

20/08/2015 – Sobre A LEI DO ACASO e A LEI DA MUDANÇA

Na última terça-feira, nosso Mestre Hilarion nos fez recordar pontos importantes discutidos na semana anterior quando a lei da causa e efeito foi estudada. Dentre os ensinamentos trazidos quero destacar a imagem do semeador que lança à terra, uma simples semente de laranjeira e tempos depois passa a colher por anos e anos saborosos frutos.
Que prova (mesmo que desnecessária) do infinito amor de Deus por nós, seus filhos “semeadores”!
Talvez tenhamos dificuldades, muitas vezes de avaliar o valor do quanto uma atitude gentil, um olhar ou uma fala de compreensão e empatia genuínas ou ações que classificamos pequenas, produzem frutos desproporcionalmente maiores, como no exemplo da laranjeira.
Qualquer ação naturalmente amorosa e genuinamente desapegada tem o mesmo poder de uma simples semente que transforma-se em frondosa árvore frutífera.
Como quase sempre há um tempo a separar a plantação e a colheita, podemos, distraídos que muitas vezes ficamos, não ligar um fato a outro, uma ação a uma reação.
E os conceitos contidos nas leis do Acaso e da Mudança? O que me despertaram?
O primeiro ponto é sobre o quanto é insano relutar, resistir e mais ainda, tentar ignorar a obviedade da mudança!
É célebre a frase do filósofo Heráclito, certamente inspirado por Deus, que afirma “Nada há de permanente, exceto a mudança”.
O simples viver de um dia já nos faz diferentes do que fomos no dia anterior. Quantas vivências, sentimentos, pensamentos, aprendizados, transformações!
O que comemos nos transforma, o que pensamos nos transforma, o que sentimos e principalmente o que fazemos nos transforma.
A pessoa que sou quando acordo, me levanto e saio para trabalhar, estudar, cumprir minha missão e responsabilidades da vida é bem diferente da pessoa que à noite se deitará. Minhas células estarão diferentes biologicamente. Estarei em outra condição emocional, física e espiritual impregnado que fui por tudo o que recebi, doei, senti, ignorei, realizei, pensei, vivi. Ao final de todo dia estarei transformado, serei um novo ser a cada novo dia.
E quanto a lei do Acaso, o que dizer? Por enquanto, pouco. Ficou claro que teremos compreensão mais ampla depois de a correlacionarmos a Lei da Manifestação Física, por isso deixo registrada apenas a seguinte reflexão feita pelo mestre ontem: “O que chamamos de acaso são energias atraídas por nós mesmos.”
A ela acrescento e finalizo nosso “papo” de hoje com outro filósofo, Goethe, em citação também bastante divulgada popularmente, que em resumo diz: “ Em relação a todos os atos de iniciativa e de criação, existe uma verdade fundamental: No momento em que nos comprometemos definitivamente, a Providência move-se também e uma corrente de acontecimentos brota da decisão, fazendo surgir a


nosso favor toda sorte de incidentes e encontros e assistência material que nenhum homem sonharia que viesse em sua direção”.
A estes fatos, em geral chamamos Acaso.
O que isto nos traz senão o quanto somos responsáveis, não apenas pelo que fazemos ou deixamos de fazer, mas também, ou antes de tudo, pelo que sonhamos, projetamos, queremos e para qual direção mantemos nossa atenção e olhar, nossa mente e nosso coração e desejo.
Mas, isso é assunto para a próxima semana.
Até lá.
Zé Renato (certamente contando com a imprescindível ajuda do Mestre Hilarion).

Os textos aqui apresentados são baseados no conteúdo das aulas ministradas pelo Mestre Hilarion às terças-feiras quando o Grupo Caminhando na Luz busca compreender toda a sabedoria contida no CODEX.

Roseli - (21/08/2015)

“GRUPO METAFÍSICO CAMINHANDO NA LUZ” DIVULGA O SEU TRABALHO EM PROL DOS DESENCARNADOS

ATENDENDO A UM PEDIDO DE “MÃE MARIA”, ESTAREMOS REALIZANDO UMA VEZ POR SEMANA UM “AUXÍLIO AOS DESENCARNADOS”.

Se você quiser indicar o nome de alguém que já fez a passagem para que ele receba mais luz, envie um e-mail para auxilioaosdesencarnados@gmail.com, Coloque seu nome completo e em seguida o(s) nome (s) completo de seu(s) ente(s) querido(s)

Os atendimentos serão concedidos todas as terças feiras a noite, por ordem de chegada. Aqueles que foram indicados pelos Mestres, terão seus nomes repetidos na lista, para a próxima terça.

Oportunamente retornaremos os e-mails, se assim se fizer necessário.

OBS: SÓ ACEITAREMOS PEDIDOS VINDOS POR E-MAIL.

Juntos podemos fazer a diferença!

GRUPO METAFÍSICO CAMINHANDO NA LUZ

Roseli - (09/08/2013)

A FESTA ACABOU?
O RELACIONAMENTO PERDEU O SENTIDO?
DE NOVO AQUELA VELHA TRISTEZA VOLTOU A SE ALOJAR DENTRO DE VOCÊ?

Por favor, não vá se distrair de novo comprando uma roupa nova… cortando o cabelo… fabricando sorrisos para agradar as plateias entediadas… ou saindo com aqueles amigos que também escondem suas tristezas nos shoppings, concessionárias de carro, imobiliárias ou bares da cidade… Permita-se ficar triste e perceba o recado que esse estado de espírito lhe traz… Não existem acasos no Universo, tudo acontece com um propósito de crescimento. Se você não acorda, a vida lhe faz esse favor… Todo o movimento da vida é de proteção, no sentido de fazer você caminhar na direção de você mesmo… No meio do barulho isso não é possível.

Um pouco de silêncio é necessário… esse é o recado da tristeza. Não caia na tentação de correr para o psiquiatra ou para o terapeuta… se você sabe pouco a respeito de si, eles sabem menos ainda. Só você pode se desvendar, só você tem permissão para acessar o seu próprio mistério.

Não tenha medo do silêncio. No começo a mente estranha sim… os pensamentos começam a borbulhar em sua cabeça… só vem coisa ruim na lembrança. É assim mesmo, saiba que quem está esperneando é o ego – ele está no controle da situação há muito tempo, por isso teme perder a sua posição de senhor absoluto da razão. O silêncio apavora o ego… ele sabe que mais cedo ou mais tarde o silêncio vai levar você de volta ao coração, onde reside a essência divina, a sua verdadeira natureza.

Quanto mais você se aproxima de você mesmo, mais enfraquece o ego e mais próximo vai ficando de Deus. Esta é a libertação máxima que um ser humano pode almejar.
A partir da descoberta de quem você é, desaparece toda vontade de competir, de se sobressair, de ser mais ou melhor do que alguém. No lugar desses desejos egóicos e mesquinhos, surge uma nova e mais ampla compreensão da vida: Estamos aqui para cooperar, para compartilhar, para amar verdadeiramente uns aos outros!

Esta descoberta só é possível através do silêncio, do encontro com você mesmo. Dizem os mestres que quando a gente se encontra no silêncio do coração, imediatamente a gente encontra Deus. Não há necessidade, portanto, de buscá-lo em qualquer parte do mundo exterior além do próprio coração.

Toda vez que a tristeza surgir em sua vida, não a espante, construindo uma falsa alegria, e nem ache que você está doente. Tenha coragem de ficar silencioso e só, porque é no silêncio que Deus fala com a gente…

“Se eu quiser falar com Deus
tenho que ficar a sós…
Tenho que apagar a luz
tenho que calar a voz
tenho que encontrar a paz
tenho que folgar os nós
dos sapatos, da gravata
dos desejos, dos receios…
Tenho que esquecer a data
tenho que perder a conta
tenho que ter mãos vazias
ter a calma e o corpo nus…

…Se eu quiser falar com Deus
tenho que me aventurar
tenho que subir aos céus
sem cordas pra segurar…
Tenho que dizer adeus
dar as costas, caminhar
decidido, pela estrada
que ao findar vai dar em nada…
Nada, nada, nada, nada
nada, nada, nada, nada
nada, nada, nada, nada
do que eu pensava encontrar…”
(Gilberto Gil)

Nenhum prazer produzido pelo mundo material se compara à deliciosa sensação de estar de novo em casa… no colo de Deus!

Projeto Bom dia Coração
Passe mais tempo com você mesmo…
Tenha um dia repleto de silêncio e paz…

Roseli - (11/08/2012)

PELA 1ª VEZ NA EUROPA
CURSO DE MESA CÓSMICA ESTELAR
ESTAREMOS REALIZANDO O 1º. CURSO DE
MESA CÓSMICA ESTELAR NA EUROPA,
INICIANDO EM CARNAXIDE, OEIRAS, PORTUGAL
Muitas pessoas necessitam dessa ajuda para poderem encontrar sua Presença Divina no seu interior.
Esse encontro das águas será necessário, para que se faça a Ascensão desse Planeta para 5ª dimensão.
Sem a liberação desse amor não será possível que as pessoas consigam desenvolver-se o bastante, para ascencionarem e irem para 5ª. Dimensão.
Nenhuma Mesa, atualmente, promove de forma verdadeira, sincera e profunda, essa condição.
Na realidade os espíritos que desejam ansiosamente por mais Luz e menos atropelo na vida, deveriam trabalhar com a MESA CÓSMICA ESTELAR. Esses espíritos que ficarão na Terra para fazer dela um Planeta melhor, com a vibração da 5ª dimensão.
Não percam essa oportunidade de quanticar a sua vida, de progredir o seu espírito, de escrever para si próprio uma história de vida.
Não precisam mais de sofrimentos, nem angústias ou solidão. Formarão daqui para frente um exército de espíritos evoluídos e sábios.
Respondam SIM ao chamado de Deus.

Roseli - (01/08/2012)