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Sobre a Lei da Duração e da Densidade

Esta lei mantém e regula a existência objetiva de tudo o que foi criado, co-criado, descrito ou manifestado pela Fonte.

Assim ela é descrita. Vamos pensar juntos em mais este ensinamento.



O que entendo por manter e regular?



É algo que sustenta, dá provimento e por isso possibilita perenizar toda a criação, tenha sido ela originada da forma que for.



Sustentar algo ou alguém é prover base para seu crescimento, movimento, ação e o usufruto dela, ou seja, seus resultados.



A analogia que consigo fazer a partir desta explicação inicial, talvez porque esteja escrevendo dentro de um avião em pleno voo, é justamente com um avião ou com o carro que em poucos minutos me pegará no aeroporto para me levar ao destino final deste dia de trabalho.



O avião e o carro são “coisas” criadas, porém sua existência real apenas “acontece” de fato quando estão realizando a missão para a qual foram concebidos e construídos.



Se um carro depois de fabricado permanece parado, imóvel ou um avião fica no chão guardado em um hangar, seus motores sem funcionamento, depois de algum tempo se estragarão e necessitarão de reparo ou mesmo perderão a capacidade para a qual foram criados.



Abusando da imaginação vamos considerar possível que o avião e o carro fiquem guardados por muito, mas muito tempo mesmo, a ponto de virarem história para as gerações mais jovens, fato que já aconteceu, por outros motivos, por exemplo, com máquinas de datilografia ou aquele telefone de disco (sim, o pretão básico da casa de vovó).



Em isso acontecendo tanto o avião quanto o carro virarão outra coisa – talvez sejam consideradas partes da “decoração, uma antiguidade”, guardados em um hangar ou uma garagem, respectivamente.



Sua “utilidade” original (para a qual foram criados) será simplesmente esquecida e naturalmente desconhecida por aqueles que nunca viram em sua vida um carro transportar pessoas e um avião voar.



Eles simplesmente deixarão de existir por não cumprirem a missão que os fez existirem.



Traduzindo em outras palavras, saber fazer algo para o qual nasci para fazer, mas não faze-lo será, em pouco tempo, o mesmo que não saber.

Não agir é, em última instância, um passo para não ser.



A ação, a prática, os motores ligados gerando movimento, em terra e no ar (aproveitando as imagens do carro e do avião) é que dão sentido, é o que faz a existência do carro e do avião ser real, as coisas e cada um de nós se tornam reais pelo simples cumprimento de sua própria e única missão.



Se compreendi de maneira correta o espirito desta lei, cada vida, cada um de nós estamos, portanto, sujeitos a este princípio.

Se não ajo e assim não cumpro minha missão, pior, se não tenho ideia do por que e para que existo é quase como se eu não existisse, ou um passo para tal.



Qual é a sua missão? Já pensou nisso? Não?



Bem, vou me permitir imaginar qual o maior risco para alguém que foge do desafio desta pergunta:



Virar um personagem, agindo como se a própria vida não fosse escrita por si.



O risco pior é acreditar que se está vivo e que isso é a vida e nem perceber como no filme “ O show de Truman” estrelado por Jim Carrey onde nada do que o personagem vivia era factual, real, verdade.

Ele era personagem de um filme e acreditava que sua vida era real! Vale a pena ver.



A inconsciência sobre por que e para que vivo pode anestesiar e aí, nossa que susto, o dia voou, o mês evaporou, o ano passou feito raio, a vida está indo e eu nem me apercebi!



A chave deste é relativamente simples. Basta desconectar-se do seu propósito de vida.



Ignore o que sente, faça por fazer e se desligue da responsabilidade que todo e qualquer papel assumido exige, não aja conscientemente, não faça o que é de sua responsabilidade fazer.



Faz sentido isso que coloco ou entrei em delírio por estar a sei lá quantos pés acima do chão e um pouco mais pertinho do céu?



Mas, se você concorda que existir de fato exige saber para que existo (e quero existir) e fazer isso acontecer significa REALIZAR a própria missão, os passos que intuo são os seguintes:



Primeiro olhar como sou, perceber e me assenhorar dos talentos que me foram dados e daqueles que consegui desenvolver e transformá-los em competências (conhecimento, habilidade, atitude) que realizam, que fazem coisas, que provocam mudanças e melhoram os ambientes e tudo com o que me envolvo.
Olhar para os desafios, contextos e situações com as quais me deparo e enxergar significado em cada um e o que devo fazer diante de cada um. Buscar entender, por que e para que estou vivendo isso, aqui e agora? Se passo pelo que passo, se convivo com quem convivo, qual a razão? Qual o aprendizado?


Estas reflexões, creio, podem trazer informações importantes em relação ao sentido de minha existência, neste espaço, tempo e dimensão.



A grande pergunta sobre o que faço e o que devo fazer para dar densidade e duração ao meu existir, estará respondida sem palavras, mas pelo meu agir no mundo.



Qual o próximo passo?



Ao meu ver, agradecer o mistério maravilhoso que é viver com significado, com sentido, com a certeza de que tudo tem propósito, razão de ser e de existir, a começar pelo próprio existir. E ter a fé de que a vida é uma viagem de ida, como já escreveu o grande poeta Manoel de Barros, uma viagem de ida (mas, ouso acrescentar, uma ida que é na realidade volta ao nosso destino – a Fonte).



Até a próxima.

Zé Renato

JOSÉ RENATO SIQUEIRA JR - (19/11/2015)

Sobre a Lei da Manifestação da Fonte

Esta lei parece simples e clara, pensei logo que a conheci. Mas, como sei que é engano comum acreditar que o simples, necessariamente, significa fácil também, resolvi pensar mais profundamente antes de escrever sobre ela.



A orientação trazida por esta lei é, de fato, simples. Vejamos por que:



Ponto número 1: Deus, como Pai, ouve paciente e amorosamente (e a qualquer momento) cada um dos seus filhos, em todos os seus pedidos.

Ele esclarece ainda (Ponto número 2) que é sempre melhor ir direto a Ele. Parece óbvio também, não?



E aí, resolveu?
Sim, mas só quando consegui falar com o “dono da bola”, com “o Hôme!”.




Pois se em nossa vida cotidiana a chance de suprir uma necessidade ou resolver um problema de forma definitiva, por experiência sabemos, só se viabiliza com acesso direto à pessoa que detém o poder e a autoridade para tal, como e por que usar de outro caminho com Deus, nossa Fonte de Vida?



E Ele é claríssimo ao nos dizer: “Venham a Mim, minha porta e meus ouvidos estão eternamente abertos para meus filhos”.



Porém, (Ponto 3) Ele também nos lembra que, pedido trazido não é, necessariamente pedido atendido, por razões igualmente simples e óbvias:



Somente o que é justo será atendido!
Sou Eu o único a conceder justificação. Não delego a ninguém esta justificação
Outra qualidade para o pedido ser atendido é sua condição “ecológica” ou seja, consegue respostas positivas de que tanto “ninguém será prejudicado” quanto gerará ganhos indiscutíveis para além do demandante, ganhos a todos direta e indiretamente envolvidos, para a sociedade, para o planeta e para o Meu projeto para a Humanidade?
É esse o significado da frase inicial da Lei:

“Solicitar diretamente à Fonte, algo merecido, em troca de algo que seja justo.”

Entende porque é simples, mas não é fácil?

Somente Deus me justifica. O único que pode saber se sou justificado é Ele, São Paulo, em suas cartas, foi exaustivo nesta afirmação.

Eu não consigo (por isso não devo nem posso me julgar) nem para me condenar, nem para me exaltar e me achar merecedor de uma vida material melhor, de um nível de reconhecimento profissional, social ou familiar maior ou o que quer que seja.

Merecer todos merecem pelo simples fato de sermos filhos de Deus, isto ficou claro. Mas, só o que está dentro da lei, ou o que é bom para todos, acontece, por esta razão recebemos o que é justo e não prejudica ninguém em tempo algum.Meu pedido virá na hora que Deus considerar justo e merecido. Apenas neste instante acontecerá o que precisa e deve acontecer. As coisas sempre acontecem no tempo certo, no tempo de Deus, no tempo justo e merecido. Merecimento todos temos, preparo, prontidão não sabemos, Deus é quem sabe.Uma cura, um novo emprego, uma mudança almejada, um encontro.

Podemos sim, é a cada dia treinar nosso espírito e nossa mente para o estado de alerta sereno necessário para ouvirmos a voz de Deus em nós.

Assim, ouviremos claro como esta e outras leis estão sendo apresentadas, o desejo de Deus para a própria vida.



Isto sim podemos e é através da incorporação na nossa rotina diária um espaço para a meditação, este processo que nos traz o saber silenciar, condição essencial para a voz de Deus ser identificada por nossa ainda limitada percepção e consciência.



É pela meditação, processo capaz de trazer uma quietude profunda, que nosso espírito começa a despertar para reconhecimento desta voz que é Fonte.



Como meditar profundamente e assim “ouvir” a voz de Deus diretamente é uma “dica” que busquei, muitas vezes na bela música do Gil com a qual tomo a liberdade de encerrar mais este texto:



Se eu quiser falar com Deus ……………..Tenho que ficar a sós………………….Tenho que apagar a luz.

Tenho que calar a voz ………………………Tenho que encontrar a paz………….Tenho que folgar os nós Dos sapatos, da gravata…………………….Dos desejos, dos receios…………….Tenho que esquecer a data Tenho que perder a conta………………….Tenho que ter mãos vazias………….Ter a alma e o corpo nus Se eu quiser falar com Deus………………Tenho que me aventurar……………..Tenho que subir aos céus Sem cordas pra segurar…………………….Tenho que dizer adeus……………….Dar as costas, caminhar Decidido, pela estrada……………………….Que ao findar vai dar em nada…….Nada, nada, nada, nada Nada, nada, nada, nada…………………….Nada, nada, nada, nada……………..Do que eu pensava encontrar Link: http://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/se-eu-quiser-falar-com-deus.html#ixzz3qHo1FSDg



Até a próxima.



Zé Renato

JOSÉ RENATO SIQUEIRA JR - (19/11/2015)

Por José Renato Siqueira Jr

Sobre a Lei do Entusiasmo

A primeira explicação que ouvi sobre o significado da palavra “entusiasmo” – “estar pleno de Deus” me encantou. Pensei: “- Poxa, então deve ser por isso que alguém entusiasmado consegue, normalmente contagiar quem está perto!”


Lembrei também das vezes em que me senti entusiasmado com um projeto, uma ideia, uma causa, uma perspectiva. O que me aconteceu (por dentro) e o que aconteceu fora de mim, portanto, nas atitudes percebidas pelos outros e, em especial, nos resultados.



Eu me sentia como se estivesse num fluxo de energia que me levava a um estado de não cansaço, por mais horas que já estivesse a trabalhar, pesquisar, estudar ou conversar sobre o tema ao qual estava entregue.

O tempo pareceu parar e eu não senti o andar das horas.

As ideias chegaram fáceis, claras, factíveis, criativas, vivas.

E quando foi preciso comunica-las, as palavras também vieram assim, fluídas, conexas, convergentes, soltas, naturais, a ponto de, por vezes me perguntar :

“- Mas, de onde veio isso na minha cabeça e que acaba de sair da minha boca?

Até parece que é alguém falando por mim? Estarei eu numa espécie de transe?”



Esta sensação também acontece, muitas vezes quando escrevo.



Tomando emprestada a metáfora do carro e do avião que utilizei no texto anterior, quando conversamos sobre a lei da duração e da densidade, correlaciono o entusiasmo ao combustível que dá energia ao carro e ao avião para cumprirem cada um a sua missão.



Vamos ver se tem sentido enxergarmos o entusiasmo sendo o combustível para cumprirmos nossa missão, relendo os principais trechos colocados em sua lei.



“Agir continuamente movendo o fluxo das energias, tornando possível a manifestação de algo”.



Um dos exemplos colocados diz que a própria geração da vida de cada um de nós foi fruto de ações objetivas de um homem e uma mulher ao escolherem juntar suas células e realizarem um ato de amor.


Agir então pode ser qualificado como um potencial ato de amor é o que tento deduzir.


É claro que tudo depende do sentido da ação, mas vamos, por enquanto, aceitar este conceito.

Na parte final do texto há uma observação explícita de que uma pessoa possui liberdade de agir a partir de sua individualização, podendo ela, criar, co-criar e assim potencializar a vida que lhe foi presenteada. Cabe a cada ser a escolha de como, onde e para que (em que direção e com qual propósito) agir.

Considerando que somos, cada um, parte integrante da Fonte e relembrando o conceito de holograma (em cada parte a reprodução da essência do Todo), em tese não deveríamos estar sempre pensando, sentindo e agindo em perfeita sintonia e consonância com a Fonte que nos originou?

Voltando ao conceito do entusiasmo – “estar pleno de Deus’, isto parece relativamente fácil então, concorda comigo?

Se consigo estar plenamente preenchido pela energia divina, natural será agir coerentemente segundo suas leis e princípios!

Bem, sabemos que nem sempre conseguimos agir assim em boa parte das situações. A questão é por que? O que nos falta? O que nos causa tanta dificuldade?

Todos nós já vivemos uma ou algumas situações onde o nosso entusiasmo contagiou e provocou reações positivas e benefícios muito além do nosso esforço. Este é o efeito de Deus agindo por nós. Deus agindo em nós e através de nós.



E nos alegramos.



Por que ainda não entendemos totalmente esta lei?

Por que não a adotamos com a mesma naturalidade como respiramos?



Há uma pista no final da descrição da lei afirmando que entenderemos melhor isto quando nos aprofundarmos na próxima lei, a da essência.



Vamos então à ela, prontamente.



Juro que estou curioso e sedento para entender de forma clara e assim conseguir encontrar um jeito de tentar agir mais de acordo com estas leis que tão facilmente acolho e concordo quando as ouço, leio ou penso sobre elas.



Como ficou evidente que saber e não fazer é igual a não saber, quero logo aprender como mudar em mim o que ainda não consigo.



Que venha esta clareza pela lei da essência







Zé Renato

Roseli - (19/11/2015)

Por José Renato Siqueira Jr

SOBRE A LEI DA ESSÊNCIA

A existência de tudo é o que é.

Essencial é o que é maior e melhor, inclusivo e abrangente, adequado e útil, em relação às opções.

Maior e melhor; inclusivo e abrangente; adequado e útil – critérios para nos ajudar a entender o que é ou deve ser considerado como essencial, essência, vital, central, sumo, origem e fim, o mais importante, indispensável.

O que é ou deve ser levado em consideração sempre, porque na sua ausência, modifica de tal forma o resultado que o afeta vitalmente, despersonalizando-o ou inviabilizando-o.

Decidi ir colocando livremente meus pensamentos sobre tudo isso.

Bem, “maior e melhor” são atributos que exigem contraponto, no senso comum ao menos. Para classificar algo que seja maior ou melhor há que se perguntar sempre, em relação a que ou a quem isto é maior ou melhor?

Na visão sistêmica e integral, por maior que algo seja, sempre será menor que o sistema que a contém. Qual então é o limite? Aliás, será que a lei está nos apresentando exatamente este limite? Seria ele Deus, a Fonte, a origem e o fim de tudo, o Universo do universo e o último (e a partir de agora o único parâmetro a considerar) nesta avaliação?

Vamos seguindo o raciocínio…


A qualificação “melhor”, na minha visão, possui a mesma característica e seu limite permanece igualmente parametrizado na visão de Deus, da Fonte, da origem e do propósito maior de nosso existir e de nossa volta ao que nos criou e a tudo.

Seria isso?


Vamos então olhar para os termos “inclusivo e abrangente”, que da mesma forma, impõe algo que já ouvimos sobre a necessidade de que precisamos de todos incluídos, salvos, justificados, o que nos leva ao limite de, ou todos ou o projeto não se completará.


Porque abranger é abarcar, colocar e manter todos no mesmo e único barco. Nada nem ninguém solto, isolado, excluído.



Finalmente, “adequação e utilidade”.

Estes me parecem atributos de natureza mais pragmática que os anteriores, porém balizados por estes.

As decisões e ações devem estar adequadas a lei universal da inclusão, da abrangência e sempre a serviço do retorno à Fonte e com utilidade inequívoca a esta grande obra.


Se eu estiver errado peço que me corrijam, mas me parece que este conjunto de critérios fecha em definitivo qual é ou deve ser o “espírito” de cada comportamento, posicionamento pessoal e ações decorrentes de quem está a serviço da volta à Fonte. Ou intenciona estar.

Seria isto quase um ultimato?

Seria por isso a alusão de que o livre arbítrio estará se tornando dispensável em função da clareza sobre o que é essencial e esta definição bastaria para nortear as ações que nos levarão de volta ao Pai?



Confesso que não sei, mas como ainda faltam algumas leis a estudar e tentar compreender na prática, espero ganhar discernimento suficiente para ousar continuar escrevendo sobre elas.



Encerro este texto com a seguinte hipótese por enquanto:



Para decidir o que fazer diante de qualquer situação, PRECISO e DEVO analisar SEMPRE, qual atitude será ….



… A MELHOR e a MAIOR no sentido de sua contribuição ao BEM ….

…. que será também a que, na prática, mais conseguirá INCLUIR todos indiscriminadamente, nos benefícios gerados …

… e que, por isso mesmo, será a de maior UTILIDADE na evolução que nos levará mais perto do Pai Eterno e ainda, por consequência será de indiscutível ADERÊNCIA e SIMILARIDADE ao comportamento do próprio Cristo Vivo.



Que venham as próximas leis para nosso desafio de entende-las visando fortalecer a cada um no desafio maior de vive-las.



Zé Renato

Roseli - (19/11/2015)